Uma pesquisa realizada pela Quaest e divulgada neste sábado (26) mostrou como está a disputa pelo Senado no Pará para as eleições de 2026, indicando as preferências dos eleitores em relação aos principais candidatos. O levantamento foi encomendado pela TV Liberal e abrangeu 804 entrevistados entre os dias 22 e 25 de setembro, com margem de erro de três pontos percentuais e nível de confiança de 95%. Os resultados apontam que Hel Helder lidera a corrida com 25% das menções, seguido por Delegado Éder Mauro e Chicão, ambos com 15%, e Zequinha com 10%.
Como funciona a votação para o Senado em 2026
Em 2026, cada estado brasileiro e o Distrito Federal elegerão dois senadores, renovando 54 das 81 cadeiras da Casa. Isso significa que o eleitorado precisará escolher dois nomes diferentes na mesma cédula, impossibilitando a duplicação de votos para um único candidato. O sistema adotado visa garantir maior representatividade e evitar a concentração de poder em um único candidato.
Para atender a essa regra, as pesquisas eleitorais costumam apresentar duas fases de perguntas: a espontânea, onde os nomes não são mostrados, e a estimulada, onde a lista completa de candidatos é exibida e o entrevistado deve indicar sua preferência para a primeira e a segunda vagas. Essa metodologia permite captar tanto a lembrança espontânea quanto a escolha deliberada dos eleitores.
Resultados da pesquisa espontânea
Na fase espontânea da pesquisa, 69% dos entrevistados declararam estar indecisos, pois não conseguiram citar nenhum candidato. Esse alto índice de indecisão evidencia a necessidade de campanhas mais intensas e estratégias de comunicação que aumentem a visibilidade dos nomes nas urnas. Ainda assim, alguns nomes surgiram mesmo sem serem sugeridos, indicando um nível de reconhecimento prévio.
Os candidatos mais citados de forma espontânea foram Hel Helder (MDB) com 25% das menções, Delegado Éder Mauro (PL) e Chicão (partido não especificado) com 15% cada, e Zequinha Marinho (Podemos) com 10%. Os demais candidatos receberam percentuais menores ou ficaram dentro da margem de erro, o que não permite uma análise mais detalhada neste momento.
Resultados da pesquisa estimulada
Quando os entrevistados tiveram acesso à lista completa de candidatos, a distribuição das intenções de voto manteve a mesma proporção entre os principais nomes, mas também trouxe à tona a parcela de eleitores que ainda podem mudar de opinião até a data da eleição, marcada para 4 de outubro. Segundo a Quaest, 67% dos eleitores consideram sua escolha definitiva, enquanto 33% afirmam que ainda podem mudar de voto.
Os números detalhados para a primeira e segunda vagas foram apresentados da seguinte forma:
- Primeira vaga: Hel Helder (25%), Delegado Éder Mauro (15%), Chicão (15%), Zequinha Marinho (10%).
- Segunda vaga: Distribuição semelhante, refletindo a mesma proporção de apoio entre os candidatos.
Além dos percentuais de apoio, a pesquisa também investigou o grau de conhecimento e a predisposição dos eleitores em relação a cada candidato, classificando-os em três categorias: “conhece e votaria”, “conhece e não votaria” e “não conhece”.
Candidatos mais rejeitados e percepção do eleitorado
Entre os candidatos analisados, Hel Helder (MDB) e Delegado Éder Mauro (PL) apresentaram os maiores índices de “conhece e não votaria”, indicando que, apesar de serem reconhecidos, parte significativa do eleitorado tem reservas quanto à sua candidatura. Essa rejeição pode estar ligada a questões de histórico político, posicionamentos ideológicos ou falta de campanha efetiva.
Outros nomes, como Zequinha Marinho (Podemos), Livia Noronha (Solidariedade), Gizelle Freitas (PSOL), Coronel Jonildo (DC), Edlaine Rodrigues (Democrata) e Breno Guimarães (Mobiliza), tiveram avaliações mais neutras ou positivas, porém não alcançaram a mesma visibilidade nas menções espontâneas.
Segue a lista completa dos candidatos consultados na pesquisa, organizada por ordem alfabética:
- Hel Helder (MDB)
- Delegado Éder Mauro (PL)
- Chicão (partido não especificado)
- Zequinha Marinho (Podemos)
- Livia Noronha (Solidariedade)
- Gizelle Freitas (PSOL)
- Coronel Jonildo (DC)
- Edlaine Rodrigues (Democrata)
- Breno Guimarães (Mobiliza)
Os eleitores foram questionados sobre a probabilidade de mudar de voto até o dia da eleição. A maioria, 67%, afirmou que sua escolha está consolidada, mas os 33% restantes ainda mantêm a opção de reconsiderar, o que pode alterar o cenário final, especialmente em um pleito tão competitivo.
Implicações para as campanhas e estratégias de marketing político
Os dados da Quaest oferecem insights valiosos para as equipes de campanha que buscam otimizar suas estratégias de comunicação digital e offline. O alto índice de indecisão na fase espontânea indica que ainda há espaço para aumentar o reconhecimento de marca dos candidatos, seja por meio de publicidade segmentada, presença nas redes sociais ou eventos presenciais.
Além disso, a divisão entre eleitores que consideram sua escolha definitiva e os que ainda podem mudar de opinião sugere a necessidade de mensagens persuasivas que reforcem a confiança dos apoiadores e, ao mesmo tempo, abordem as dúvidas dos indecisos. O uso de técnicas de SEO e copywriting pode melhorar a visibilidade dos perfis dos candidatos nos mecanismos de busca, garantindo que informações positivas e relevantes apareçam nas primeiras posições.
Campanhas bem estruturadas, com conteúdo otimizado para palavras‑chave como “Senado Pará 2026”, “intenção de voto” e “candidatos ao Senado”, podem atrair tráfego qualificado e influenciar a decisão dos eleitores que ainda estão em processo de formação de opinião.
Conclusão e próximos passos
A pesquisa Quaest traz um panorama preliminar da disputa pelo Senado do Pará, destacando Hel Helder como o candidato mais mencionado, seguido por Delegado Éder Mauro, Chicão e Zequinha Marinho. No entanto, a elevada taxa de indecisão e a possibilidade de mudança de voto até outubro indicam que o cenário ainda está em aberto.
Com a data da eleição se aproximando, os candidatos terão que intensificar suas estratégias de comunicação, reforçar sua presença nas mídias digitais e responder às críticas que surgiram nas avaliações de “conhece e não votaria”. O acompanhamento contínuo das pesquisas, aliado a um trabalho de SEO e copywriting bem direcionado, será crucial para converter eleitores indecisos em votos efetivos.
Os eleitores, por sua vez, devem ficar atentos às propostas e ao histórico de cada candidato, avaliando não apenas a popularidade, mas também a capacidade de representar seus interesses no Senado. A decisão final será tomada nas urnas em 4 de outubro, quando os paraibanos escolherão seus representantes para a Casa Alta, contribuindo para a composição do Congresso Nacional nos próximos quatro anos.








