Na manhã de 2 de outubro de 2026, em Guti, o vereador conhecido como Geleia foi flagrado retirando placas de campanha de seu adversário político, enquanto um morador que tentou impedir a ação alegou ter sido agredido fisicamente. O incidente foi registrado por câmeras de segurança e rapidamente viralizou nas redes sociais, gerando intenso debate na comunidade local.
Detalhes da ocorrência
Os vídeos divulgados mostram Geleia e membros de sua equipe circulando em um carro branco decorado com adesivos de campanha, percorrendo diversas ruas do centro da cidade. Em cada parada, as placas que anunciavam a candidatura de Guti eram retiradas, muitas vezes com força excessiva.
Um dos moradores, ao notar a ação, tentou intervir para proteger as placas. Segundo relatos, o vereador teria empurrado o cidadão, causando escoriações nas mãos e no braço.
O episódio foi capturado por câmeras de segurança instaladas em estabelecimentos comerciais, que enviaram o material ao portal de notícias local, o GWEB. O conteúdo inclui imagens nítidas da retirada das placas e da suposta agressão.
- Carro branco com adesivos da campanha de Geleia
- Placas de Guti retiradas em múltiplas avenidas
- Morador tenta impedir e relata agressão física
Além do vídeo, testemunhas presenciais confirmaram que o vereador e sua equipe estavam organizados, carregando ferramentas como alicates e martelos para facilitar a remoção das sinalizações.
Reações da comunidade e autoridades
O episódio provocou indignação entre os eleitores de Guti, que organizaram protestos nas praças principais da cidade. Muitos manifestantes carregavam cartazes exigindo a responsabilização do vereador e a investigação dos fatos.
Organizações civis também se pronunciaram, destacando a gravidade da conduta e a necessidade de preservar o direito de livre expressão política. “A retirada forçada de material de campanha fere a democracia”, afirmou o presidente da Associação de Moradores de Guti.
O Ministério Público recebeu denúncia formal e encaminhou o caso para a Delegacia de Polícia Civil. A autoridade policial abriu inquérito para apurar tanto a agressão física quanto a possível prática de crime eleitoral.
Enquanto isso, o Conselho Municipal de Ética convocou uma sessão extraordinária para discutir a conduta do vereador, que pode resultar em advertência ou até mesmo suspensão de suas funções.
Implicações políticas e próximas etapas
O incidente pode ter reflexos significativos na corrida eleitoral que se aproxima em dezembro. Pesquisas de opinião preliminares indicam queda na popularidade de Geleia, enquanto a candidatura de Guti ganha impulso.
Analistas políticos apontam que o caso evidencia um padrão de uso de recursos públicos e privados para coagir opositores, prática que pode ser considerada abuso de poder.
Se o inquérito concluir que houve agressão física, Geleia poderá enfrentar processo criminal, com possibilidade de prisão preventiva, além de sanções administrativas.
O vereador, por sua vez, ainda não respondeu aos questionamentos do GWEB, mantendo silêncio diante da imprensa. Fontes próximas ao seu gabinete afirmam que ele pretende aguardar o desfecho das investigações antes de se manifestar publicamente.
Enquanto o caso segue em investigação, a população de Guti permanece atenta, exigindo transparência e justiça. O episódio reforça a importância de mecanismos de controle social e da mídia na fiscalização dos atos de representantes eleitos.
Para acompanhar as atualizações, os moradores podem acessar o site do GWEB ou seguir as redes sociais da Secretaria de Segurança Pública de Guti, que promete divulgar relatórios periódicos sobre o andamento do inquérito.








