Com a proximidade do prazo de registro de candidaturas, ambas as equipes devem intensificar suas ações digitais. Espera-se que Tarcísio continue a usar a frequência de publicações como principal ferramenta, enquanto Haddad pode apostar em mensagens de maior carga emotiva e em ataques estratégicos a pontos vulneráveis do adversário.
Além disso, o uso de microsegmentação nas plataformas, que permite direcionar anúncios a públicos específicos, deve ganhar ainda mais relevância. Essa tática pode aumentar a eficácia dos investimentos, reduzindo custos por conversão.
Em resumo, a disputa nas redes sociais reflete não apenas a batalha por votos, mas também a evolução da comunicação política no Brasil, onde o digital se tornou palco central para a construção de narrativas eleitorais.








