O príncipe Harry e a duquesa Meghan mudaram seus filhos para uma nova escola no interior da Inglaterra poucos dias após o início do ano letivo no Reino Unido. A mudança ocorreu em meados de setembro de 2024, logo depois de a família se instalar em Cotswolds, região rural conhecida por receber celebridades. A decisão foi motivada por preocupações de segurança relacionadas ao trajeto e ao trânsito.
Mudança para Cotswolds e escolha da nova instituição
Após deixar a realeza em 2020 e passar um período nos Estados Unidos, o casal retornou ao Reino Unido e optou por viver em Cotswolds, um distrito de paisagens campestres e vilarejos tranquilos. O local oferece privacidade e um ambiente mais controlado, fatores valorizados por quem busca evitar a exposição midiática.
Archie, de 7 anos, e Lilibet, de 5, foram matriculados em uma escola particular que não teve o nome divulgado pela imprensa. A instituição foi escolhida por atender a critérios de segurança, proximidade à residência e qualidade de ensino.
Segundo a revista “Hello!”, a distância até a escola e o tráfego intenso nas vias principais geraram dúvidas sobre a proteção dos pequenos durante o deslocamento diário.
Preocupações com a segurança no trajeto escolar
Os pais relataram que o percurso até a escola envolveria ruas estreitas e rotas com grande fluxo de veículos, aumentando o risco de incidentes. Além disso, a presença de fotógrafos e curiosos poderia comprometer a privacidade da família.
Para mitigar esses riscos, foram adotadas medidas como:
- Contratação de equipe de segurança privada para acompanhar os filhos.
- Revisão das rotas diárias, privilegiando caminhos menos movimentados.
- Instalação de sistemas de monitoramento nas áreas de embarque e desembarque.
Essas ações visam garantir que Archie e Lilibet cheguem à escola e retornem para casa sem incidentes.
Situação da proteção oficial e pedido ao governo
Desde que renunciaram às funções reais, Harry e Meghan perderam o direito à proteção policial oficial. Atualmente, contam apenas com segurança privada, o que tem gerado inquietação diante de ameaças percebidas.
O príncipe solicitou ao governo britânico a retomada de proteção policial para ele e sua família. A comissão responsável pela segurança de personalidades públicas, conhecida como RAVEC, realizou reunião na semana passada para analisar o caso.
A avaliação da RAVEC destacou que as ameaças se concentram especialmente sobre o duque e sua esposa, exigindo uma resposta coordenada entre autoridades e equipes privadas.
Em carta oficial enviada em nome do rei Charles III, foi reafirmado que Harry e Meghan permanecem como cidadãos privados, sem representação oficial da monarquia, o que complica a concessão de proteção estatal.
Impactos e reações públicas
A decisão de mudar de escola gerou discussões nas redes sociais, com apoiadores elogiando a preocupação dos pais com a segurança dos filhos. Críticos, por outro lado, questionam a necessidade de recursos privados quando a família já possui condições financeiras elevadas.
Especialistas em segurança apontam que a escolha por uma escola em região rural pode reduzir a exposição a riscos, mas também aumenta a dependência de transporte privado, que pode ser alvo de ataques.
Além disso, a mudança reforça a ideia de que, mesmo fora da realeza, os membros da família real continuam sob escrutínio intenso, exigindo estratégias de proteção mais sofisticadas.
Observadores políticos sugerem que o governo britânico poderia criar um regime híbrido, combinando segurança pública e privada, para atender casos como o de Harry e Meghan sem abrir precedentes que sobrecarreguem o sistema.
Enquanto isso, a família segue sua rotina escolar, com Archie e Lilibet participando de atividades extracurriculares que incluem esportes e artes, tudo sob a supervisão de profissionais de segurança.
O futuro da proteção oficial ainda está em debate, mas a mudança de escola demonstra que a prioridade dos duques é garantir um ambiente seguro e estável para o desenvolvimento dos filhos.








