O Rock in Rio 2026 encerrou sua primeira semana de festival, reunindo shows de artistas como Elton John, Stray Kids, Foo Fighters, Bring Me The Horizon, Péricles, J Balvin, Twenty One Pilots, Hot Milk e Nelly. O evento, que acontece na Cidade do Rock, em Rio de Janeiro, atraiu mais de 100 mil pessoas diariamente durante sete dias intensos de música e entretenimento.
Programação e pedidos do público
Roberta Medina, vice‑presidenta da Rock World, respondeu a diversas perguntas enviadas pelos fãs nas redes sociais. Entre os questionamentos mais frequentes estavam a possibilidade de novos shows de pagode, sertanejo e a presença de artistas internacionais como Paul McCartney e Bon Jovi.
Sobre o retorno de Paul McCartney e Bon Jovi, Medina explicou que a equipe sempre tenta encaixar esses nomes na agenda, mas depende da disponibilidade de ambos. “Podemos perguntar, mas o agendamento precisa coincidir”, afirmou.
Quando indagada sobre a inclusão de mais pagode, a executiva destacou que o gênero tem espaço garantido no festival. “Já tivemos artistas como Belo e Thiaguinho, e o pagode sempre será bem‑vindo”, disse.
Quanto ao sertanejo, a resposta foi mais cautelosa. “Será que vem sertanejo? Vamos ver”, brincou Medina, indicando que a programação ainda pode evoluir conforme a demanda do público.
Os fãs de K‑pop também foram lembrados. Sobre o grupo Ateez, a vice‑presidenta garantiu que a equipe está atenta às sugestões: “O povo não sossega, a gente vai fazendo e quem sabe o próximo convite”.
- Elton John
- Stray Kids
- Foo Fighters
- Bring Me The Horizon
- Péricles
- J Balvin
- Twenty One Pilots
- Hot Milk
- Nelly
Desafios de organização e logística
Medina abordou ainda o desafio de organizar um evento da magnitude do Rock in Rio, destacando que a Cidade do Rock funciona como uma cidade temporária, exigindo planejamento urbano detalhado.
Um dos pontos críticos é a gestão de fluxo de visitantes: “Precisamos garantir que 100 mil pessoas cheguem, circulem e saiam de forma segura e eficiente”. O planejamento começa pelos acessos externos e se desenvolve para dentro, priorizando a mobilidade e a segurança.
Ela também comentou sobre a experiência de ser mulher em um cargo de liderança na indústria de eventos. “O maior obstáculo está na nossa cabeça; ao superar isso, o mundo reage a nosso favor”, afirmou, incentivando outras mulheres a ocuparem cargos de decisão.
Além da logística de transporte, a organização cuida da infraestrutura dos palcos, alimentação, segurança sanitária e áreas de descanso, tudo pensado para proporcionar conforto ao público.
Perspectivas para futuras edições
Para as próximas edições, Medina reforçou que a interação com o público será ainda mais intensa. “A gente recebe sugestões nas redes, nas bancas, e tenta incorporar o que o público pede”, explicou.
Ela deixou em aberto a possibilidade de novos gêneros musicais, como mais K‑pop, sertanejo ou até colaborações inusitadas entre artistas de diferentes estilos.
O objetivo, segundo a vice‑presidenta, é transformar o Rock in Rio em um espaço onde a diversidade musical se encontra com a inovação tecnológica, mantendo a essência de um grande festival de música ao vivo.
Com a experiência acumulada ao longo dos anos, a equipe da Rock World está confiante de que a próxima edição trará ainda mais surpresas, atendendo a um público cada vez mais exigente e conectado.








