Na sexta‑feira, 11 de setembro de 2026, os Estados Unidos marcaram o vigésimo quinto aniversário dos ataques de 11 de setembro com uma série de cerimônias oficiais em Nova York, Washington e em outras cidades ao redor do mundo.
Os rituais incluíram momentos de silêncio, leitura dos nomes das vítimas e discursos de autoridades como o presidente Donald Trump e o vice‑presidente J.D. Vance.
Comemorações em Nova York
No Memorial do 11 de Setembro, localizado no antigo local das Torres Gêmeas, milhares de pessoas se reuniram para homenagear os 2.977 que perderam a vida.
Famílias das vítimas subiram ao palco e leram em voz alta cada nome, criando um corredor de lembrança que durou cerca de quinze minutos.
O vice‑presidente J.D. Vance, acompanhado de ex‑presidentes como Joe Biden, George Bush, Barack Obama e Bill Clinton, participou do ato, reforçando a mensagem de unidade nacional.
O prefeito de Nova York, Zohran Mamdani, também compareceu, apesar das controvérsias geradas por sua origem muçulmana e pela ligação de um conselheiro com um advogado da Al‑Qaeda.
Homenagens no Pentágono e em outras cidades
Em Washington D.C., o presidente Donald Trump e o secretário de Defesa, Pete Hegseth, conduziram a cerimônia no Pentágono, local que também foi alvo dos ataques daquele dia.
Trump destacou que os EUA enfrentaram “mal genuíno” e lembrou as vítimas dos voos sequestrados, enquanto Hegseth elogiou os socorristas como “heróis que encararam a morte de frente”.
Outras cidades americanas — Arlington (Virgínia), Shanksville (Pensilvânia) — e a sede da OTAN na Bélgica, também realizaram eventos de memória, reunindo autoridades locais e cidadãos.
- Arlington, Virgínia
- Shanksville, Pensilvânia
- Bruxelas, Bélgica (sede da OTAN)
Em cada local, o formato foi semelhante: silêncio, leitura de nomes e discursos que ressaltaram a resiliência da nação.
Legado e lembranças 25 anos depois
O ataque de 2001 deixou marcas profundas: além das quase três mil mortes imediatas, milhares de sobreviventes sofreram problemas respiratórios devido à fumaça tóxica.
Estudos recentes apontam que o número total de óbitos relacionados ao desastre ultrapassa o registrado no dia dos ataques, refletindo o impacto de longo prazo na saúde pública.
Os discursos de 2026 reforçaram a mensagem de que o terrorismo não venceu, mas também reconheceram que a luta contra extremismos continua.
Organizações de veteranos, famílias e grupos civis lançaram campanhas de educação sobre o combate ao ódio, buscando transformar a memória dolorosa em ação preventiva.
Assim, o 25º aniversário serviu tanto como um momento de luto quanto como um ponto de partida para discussões sobre segurança, saúde e coesão social nos Estados Unidos.








