Dandara Couto, modelo brasileira, voltou a falar publicamente na manhã de 12 de outubro de 2024, depois de desaparecer por três dias enquanto estava em Florianópolis. O desaparecimento gerou preocupação entre amigos, familiares e seguidores nas redes sociais, que iniciaram uma intensa busca por informações sobre seu paradeiro.
Desaparecimento e a mobilização dos entes queridos
Na madrugada de 9 de outubro, a mãe de Dandara percebeu que a filha não havia retornado ao apartamento que dividia com a família. Ao tentar contato por telefone e mensagens, não obteve resposta, o que a levou a acionar parentes próximos e amigos mais íntimos.
O grupo de apoio organizou uma ronda pelos bairros onde a modelo costuma frequentar, incluindo cafés, academias e praias. Cada pessoa recebeu instruções claras sobre como proceder caso encontrasse algum indício da presença de Dandara.
As redes sociais também desempenharam um papel crucial. O perfil @veja.gente, da coluna GENTE, compartilhou um pedido de ajuda que rapidamente se tornou viral, alcançando milhares de visualizações e compartilhamentos.
O retorno e o acolhimento familiar
No dia 12 de outubro, Dandara foi encontrada em um hotel próximo ao centro de Florianópolis, onde havia se refugiado temporariamente. Ela foi recebida por sua mãe, que descreveu o momento como “um alívio imenso” e “um abraço que durou horas”.
Em sua primeira publicação após o retorno, Dandara escreveu: “Tô aqui no acolhimento de toda a minha família, principalmente da minha mãe, que foi a primeira pessoa que percebeu o meu sumiço, que percebeu que eu não estava muito bem”.
Além da emoção do reencontro, a jovem ressaltou a importância da gratidão, afirmando que “escolho estar aqui, praticando-a publicamente”. Ela agradeceu a todos que ofereceram apoio, reforçando o papel vital da rede de suporte.
Cuidados com a saúde mental e o acompanhamento profissional
Após o episódio, Dandara decidiu focar em sua saúde mental, reconhecendo que os dias de desaparecimento foram “turbulentos”. Ela está sob acompanhamento de psicólogos e psiquiatras especializados, que adotam uma abordagem integrativa.
O plano de tratamento inclui sessões semanais de terapia cognitivo-comportamental, práticas de mindfulness e, quando necessário, medicação para estabilizar o humor. Dandara também tem participado de grupos de apoio que permitem a troca de experiências com outras pessoas que enfrentam desafios semelhantes.
- Consultas regulares com psicólogo especializado em trauma.
- Uso de técnicas de respiração e meditação guiada.
- Atividades físicas leves, como caminhadas na praia.
- Manutenção de uma rotina de sono regular.
Essas estratégias têm sido fundamentais para que a modelo reconstrua sua rotina diária, mantendo o equilíbrio entre trabalho e autocuidado.
Impacto nas redes sociais e a mensagem ao público
O relato de Dandara gerou um grande engajamento nas plataformas digitais. Comentários de apoio, mensagens de incentivo e relatos de experiências semelhantes se multiplicaram, criando uma comunidade de solidariedade.
Em sua postagem, a modelo enfatizou a importância de reconhecer sinais de vulnerabilidade e buscar ajuda imediatamente. Ela destacou que “nada é mais valioso que a vida e a saúde mental de quem amamos”.
Além de agradecer, Dandara incentivou seus seguidores a manterem contato próximo com familiares e amigos, especialmente em períodos de estresse intenso. Ela também sugeriu a divulgação de recursos de apoio psicológico, como linhas telefônicas e aplicativos de terapia.
O caso reforça a necessidade de atenção constante ao bem‑estar emocional, sobretudo em ambientes de alta pressão, como o mundo da moda e das redes sociais. A história de Dandara serve como um lembrete poderoso de que buscar ajuda não é sinal de fraqueza, mas de coragem.








