Na edição de 16 de outubro de 2026 da revista VEJA, publicada na edição nº 3017, foram reunidos depoimentos e novidades de figuras públicas brasileiras e internacionais. O conteúdo aborda acontecimentos recentes em artes, política, esportes e tecnologia, trazendo reflexões e anúncios que marcaram a data.
Cultura e artes em foco
Maria Fernanda Cândido, atriz que reside em Paris desde 2018, estreou em São Paulo a peça Quando Despertarmos de Entre os Mortos, de Henrik Ibsen. A produção foi recebida com entusiasmo pela crítica local, que destacou a interpretação profunda da artista.
Em entrevista, Cândido comentou que viver no Brasil tem suas vantagens, mas aprendeu a encontrar felicidade na rotina diária, independentemente do lugar onde se está.
Gioanna Ewbank, também atriz, revelou uma mudança de postura pessoal. “Sempre me preocupei em agradar os outros, agora quero ser rebelde”, declarou, indicando uma nova fase em sua carreira e vida pessoal.
Bruna Marquezine, que lançou a segunda temporada da série Amor da Minha Vida no Disney+, compartilhou uma reflexão sobre amor-próprio: “O maior gesto romântico que já fiz por alguém foi cuidar de mim mesma e curar as minhas próprias feridas.”
O lendário músico Tom Zé completou 90 anos e, ao celebrar a longevidade, descreveu sua identidade cultural: “Sou essa miscigenação. Esse nordestino da roça que aprendeu dodecafonismo. Um dodecafonista sertanejo.”
Na mesma edição, o chef britânico Gordon Ramsay estreou a segunda temporada de Na Ponta da Faca — Buscando Estrelas Michelin no Apple TV. O chef alertou sobre a importância da gestão: “Você pode ser um dos chefs mais talentosos do mundo, mas, se não consegue administrar um negócio, vira um idiota ocupado.”
Política, sociedade e fé
Dom Mário Antônio da Silva, arcebispo de Aparecida, abordou o papel da religião na construção da paz. “Sabemos que Jesus manda construir a paz. Mas muitas vezes alimentamos divisões com armamentos, com guerras e tantos confrontos entre nós,” afirmou.
Raquel Lyra, governadora do PSD reeleita no primeiro turno em Pernambuco, destacou a complexidade institucional: “Não vale tudo na política, e papéis das instituições estão confusos.”
O ex-presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, comentou sobre a velocidade da inovação tecnológica em relação à regulação pública. “O problema é que a tecnologia se move muito depressa, mas os governos e as sociedades se movem devagar,” alertou durante um fórum sobre inteligência artificial.
Esportes e histórias pessoais
Gabriel Medina, tricampeão mundial de surf, compartilhou uma dor pessoal profunda. Em agosto, ele e sua esposa, Isabella Arantes, perderam o bebê que esperavam, mas o atleta manteve a esperança e a determinação nos treinos.
Medina ainda revelou seus planos de futuro: “Quero ter filhos e mais títulos.” A declaração mostrou a combinação de ambição esportiva e desejo de vida familiar.
Para organizar as citações e destacar os principais pontos, veja a lista a seguir:
- Maria Fernanda Cândido – estreia em São Paulo.
- Gioanna Ewbank – busca por rebeldia pessoal.
- Bruna Marquezine – autoamor como gesto romântico.
- Tom Zé – celebração da miscigenação cultural.
- Gordon Ramsay – importância da gestão no ramo culinário.
- Dom Mário – paz versus violência.
- Raquel Lyra – confusão institucional.
- Barack Obama – ritmo da tecnologia versus regulação.
- Gabriel Medina – perda e esperança.
Essas vozes, reunidas em uma única edição, oferecem ao leitor um panorama diversificado que reflete as múltiplas facetas da sociedade contemporânea. Cada entrevista traz não apenas notícias, mas também lições de vida, críticas sociais e inspirações para o futuro.








