Em 21 de setembro de 2026, o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, divulgou uma nova pesquisa em sua rede social oficial, o Truth Social, para escolher um novo nome para a inteligência artificial. A iniciativa ocorreu na Casa Branca e já gerou intenso debate entre especialistas e internautas.
Contexto da iniciativa presidencial
Trump tem usado sua plataforma digital para influenciar a agenda tecnológica do país desde que assumiu o cargo. Nas últimas semanas, ele tem criticado o termo “inteligência artificial” por considerá‑lo pouco descritivo e inadequado ao avanço da tecnologia.
A primeira pesquisa, realizada no domingo anterior, apresentava três opções de nomenclatura. Naquela ocasião, além de “Super Inteligência” e “Inteligência Superior”, os usuários podiam escolher “Inteligência Extrema”. A resposta do público foi considerada insuficiente para uma decisão oficial.
Ao lançar a segunda enquete, Trump reduziu as alternativas a duas, buscando simplificar o processo de votação. O presidente não detalhou como a mudança de nome seria implementada nos documentos governamentais ou nas diretrizes de desenvolvimento de IA.
As opções de nome sugeridas
Os dois termos disponíveis na nova pesquisa são:
- Super Inteligência
- Inteligência Superior
Ambas as expressões foram escolhidas para refletir um nível avançado de capacidade computacional, mas carregam nuances diferentes. “Super Inteligência” enfatiza a ideia de algo que ultrapassa a inteligência humana, enquanto “Inteligência Superior” sugere uma hierarquia de qualidade dentro das próprias tecnologias de IA.
Especialistas em linguística e tecnologia apontam que a escolha de um nome pode influenciar a percepção pública e a regulação futura. Um termo mais impactante pode atrair investimentos, mas também gerar maior preocupação sobre riscos éticos.
Reações do setor e da sociedade
Após a divulgação da enquete, universidades, empresas de tecnologia e organizações de direitos digitais emitiram declarações públicas. Muitas delas pediram clareza sobre os objetivos da mudança e ressaltaram a importância de manter a consistência terminológica em pesquisas internacionais.
Alguns analistas de mercado sugerem que a iniciativa pode ser parte de uma estratégia maior de posicionamento político, buscando mobilizar a base de apoiadores nas redes sociais. O uso de enquetes para decisões técnicas ainda é incomum, mas tem ganhado espaço em governos que valorizam a participação direta do cidadão.
Grupos de defesa de consumidores manifestaram preocupação quanto ao potencial de confusão entre os termos. Eles temem que a troca de nomenclatura possa dificultar a identificação de produtos e serviços, especialmente em contratos e documentos legais.
Próximos passos e implicações
A votação permanecerá aberta de segunda a sábado, permitindo que milhões de seguidores contribuam com seu voto. Ao final do período, o termo mais votado será divulgado oficialmente pelo Escritório de Comunicação da Casa Branca.
Se o novo nome for adotado, será necessário atualizar uma série de documentos oficiais, normas regulatórias e materiais educativos. Isso inclui desde manuais de treinamento até relatórios de agências federais que monitoram o desenvolvimento de tecnologias emergentes.
Além disso, a decisão poderá influenciar acordos internacionais sobre IA, já que a terminologia utilizada pelos EUA costuma servir de referência para outras nações. Uma mudança abrupta pode gerar a necessidade de renegociação de padrões técnicos em fóruns como a Organização das Nações Unidas.
Por fim, a iniciativa de Trump abre um debate mais amplo sobre a participação cidadã em questões tecnológicas avançadas. Enquanto alguns veem a medida como democratização, outros alertam para os riscos de simplificar discussões complexas em enquetes de redes sociais.








